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Os slogans dos Protestos

Os slogans dos Protestos

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imagem retirada do blog Jalopnik

Momento único no país, atitude pouco conhecida por muitos, é o povo brasileiro se organizar e sair pelas ruas para protestar por um ideal. Como toda campanha, para envolver milhares, é necessária uma chamada, um slogan de campanha que convença que aquele movimento vale a pena.

O que os protestos recentes no país mostraram é que as campanhas, novas ou não, de marcas conhecidas no Brasil, são uma boa forma de chamar a atenção.

O primeiro exemplo e que melhor se encaixou nas propagandas dos atos nas cidades brasileiras foi a campanha da Fiat para a Copa das Confederações. O seu jingle que tocava incessantemente nas propagandas chamando o povo para rua para torcer, logo virou hashtag nas redes sociais chamando para a rua não para torcer, mas para lutar. O #vemprarua logo virou TT’s no Twitter para transformar a rua na “maior arquibancada do Brasil”, outra alusão ao jingle.

O sucesso do slogan da Fiat utilizado nos protestos foi tão grande, que correm boatos que a empresa vai retirar o comercial de circulação no dia 22 de junho para não ser associada aos atos. Mas a empresa nega e explica que o final da campanha já estava programado.

Outra campanha que virou inspiração para os manifestantes foi a primeira campanha regional da Johnnie Walker “Keep Walking Brazil” de 2011 para o país.

O slogan “O gigante acordou”, que no comercial era retratado pelo Pão de Açúcar se erguendo em forma de homem, para os protestos virou uma referência ao povo brasileiro que despertou de longos anos de apatia e falta de atitude diante das questões do país.

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Esses são os exemplos mais fortes e mais compartilhados, mas até a própria chamada para a Copa das Confederações foi apelidada de Copa das Manifestações. As marcas estão sujeitas a todas essas interpretações a partir do momento que atingem um público em âmbito nacional. E, além disso, quando há campanhas vazias de um conceito dentro da realidade de seu público, entregando uma imagem que não condiz com o pensamento comum do país, elas são alvos mais fáceis para modificar seu conceito para representar um ideal.

De uma forma ou de outra, esses slogans são capazes de adquirir um significado bem maior e trazem uma nova imagem para aquela marca, ainda que isso não tenha sido programado.

 

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Comercial Veja: Neura x Neuro

Comercial Veja: Neura x Neuro

Esta semana um comercial do produto de limpeza Veja começou a chamar atenção pela mudança de direcionamento da comunicação de um produto.

A campanha que destaca a personagem “neura”, um ente presente em todas as mulheres neuróticas por limpeza que é combatido pela facilidade dos produtos Veja, já é bem conhecida. Na verdade acho o conceito desta campanha bem construído abordando uma persona comum a todas as famílias. Quem não lembra da sua mãe, tia ou avó neurótica com uma mancha no tapete, ou em uma roupa, ou com a gordura do fogão?

neura veja

De fato, essa ideia existe e perdura faz tempo, mas a nova campanha da Veja detectou uma nova realidade neste universo de trabalhos domésticos, não é mais só a mulher que faz ou é obrigada a fazer este trabalho.

A campanha que está circulando no YouTube apresenta os Caçadores da Neura, que detectam e eliminam as neuras. Até aí é a mesma ideia de conceito, mas o que torna a propaganda interessante é a primeira neura que eles combatem, o “Macho Alfa”.

Ao invés da mulher neurótica, aparece o homem que se diz um macho alfa que lava toda a louça engordurada pois segundo ele “mulher minha não fica estragando unha em faxininha, não!”. Ao final, os Caçadores de Neura aparecem para tirar a neura deste macho alfa, pois, afinal, com Veja não precisa de esforço.

O interessante do comercial é esta mudança na comunicação, antes voltado somente para mulheres, agora também voltado para as mulheres, mas deixando a mensagem de que não são só elas que tem que fazer o trabalho sujo.

O que sempre me pergunto sobre a expressão de um comercial é se ele simplesmente detecta um comportamento da sociedade em que é divulgado ou se, de alguma forma, ele é capaz de direcionar este comportamento.

As propagandas de produtos de limpeza e eletrodoméstico são o melhor exemplo disso, pois sempre mostram a mulher como a responsável por tudo que diz respeito à casa, tendo o homem um papel coadjuvante. Entretanto, por mais retrógrada que a sociedade brasileira possa ainda parecer em alguns momentos, as realidades são bem outras do que no tempo de nossas mães ou avós. As mulheres estão mais presentes no mercado de trabalho e não se sentem mais na obrigação de fazerem tudo sozinhas.

E os homens por sua vez, também estão se responsabilizando mais nas tarefas de casa, ou em suas famílias ou morando sozinhos e adquirindo essas obrigações.

Acredito que uma marca possa influenciar positivamente seus consumidores e campanhas publicitárias são uma forma bem abrangente de se fazer isso. Os comerciais refletem o comportamento da sociedade para que o consumidor se identifique com aquela marca e aquele produto, mas nada impede que conceitos retrógrados de uma cultura sejam aos poucos diluídos para um dia deixarem de existir.

 

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Clean não é Branco

Clean não é Branco

O termo “clean” tem sido muito utilizado para designar criações seja no design gráfico, no design de interiores, no design de produtos ou até mesmo no design de roupas.

Mas o que quer dizer o estilo “clean”? E será que este termo está sendo utilizado da forma correta?

Com uma rápida busca pela internet, vê-se que a discussão vai longe e as opiniões variam muito. Mas analisando o termo pela própria etimologia da palavra, clean palavra de origem inglesa que significa limpo, podemos tirar algumas conclusões.

Um design “clean” é um design mais limpo, com menos elementos. Ou seja, uma peça com design “clean” tem uma apresentação visual sem ornamentos, pouca interferência, somente com o necessário, sendo mais fácil de ser entendida. No caso de um ambiente, atualmente este conceito se reflete em móveis mais baixos e linhas mais retas. Da mesma forma, peças gráficas utilizam linhas simples e mínimo de informação.

Mas a questão mais importante é que o uso desenfreado do termo “clean”, até por relacionarem o estilo como sendo elegante,  acabou por distorcer o significado do termo e muitas vezes ser traduzido em um design sem graça ou mal acabado.

Quando se pensa em empresas que exploram este estilo, a Apple é uma das marcas mais mencionadas, “Cara, adoro os produtos da Apple, são muito clean!”. Mas a Apple não desenvolve seus produtos simplesmente por descartar elementos. Para chegar a um dispositivo eletrônico que utiliza apenas um botão, é necessário um estudo profundo para desenvolver um design “clean” que consiga ser ao mesmo tempo esteticamente agradável e funcional.

apple - iphone

 

E é aí que chegamos ao título do nosso post “Clean não é Branco”. Sim, o estilo “clean” não se constrói apenas com o branco. É possível ter layouts extremamente poluídos usando somente a cor branca de fundo e layouts brilhantemente “clean” utilizando uma cor vibrante. A sacada está na quantidade de elementos dispostos no design.

A exemplo estão os famosos cartazes de filmes de um dos grandes nomes do design, Saul Bass. Suas criações contavam com elementos de linhas simples e, ainda que aplicadas sobre uma cor forte, traziam a simplicidade de um design “clean”.

saul bass - anatomia de um crime

Cartaz do filme "Anatomia de um crime" (1959) - Saul Bass

 

Então, da próxima vez que pensar em um design “clean”, saiba que não é somente utilizar o branco ou o cinza ou tons pastéis ou azul claro… Pense em menos elementos, bem distribuídos, bem organizados, harmônicos e, por que não, com cores fortes.

 

 

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Design não é arte

Design não é arte

Esta é uma das primeiras lições que o aluno aprende quando ingressa em uma faculdade de Design: “Design não é arte!”. Um não é mais do que o outro, eles são simplesmente coisas diferentes.

A arte existe desde quando o ser humano foi se desenvolvendo e foi capaz de perceber o mundo a sua volta. O design também sempre existiu. E, apesar de não haver este conceito até recentemente, o design esteve em todas as construções do homem desde então, a exemplo da roda.

A arte e o design são universos diferentes que se relacionam de certa forma, um flerta com o outro e interfere vez em quando no trabalho um do outro, mas ainda assim não partilham a mesma forma de pensar e agir. Um designer pode ser um artista e vice-versa, mas essas funções são realizadas separadamente.

A arte busca provocar reações ainda que contrárias a ela, sem preocupar-se necessariamente com a estética e tão pouco com a função.

Por outro lado, o design busca solucionar considerando a estética, a função e, em estudos mais atuais, a estratégia. Diferente da arte, se houverem muitas reações contrárias ao design de um produto, de uma marca, de um serviço, etc, talvez este não deva ser considerado um bom design.

Mas o que esta constatação de que design não é arte implica para um negócio?

Tudo!

O designer não é artista, como ouve-se muito entre profissionais da área. O designer é um profissional capacitado para entender todos os fatores determinantes de um negócio e buscar soluções objetivando um resultado desejado e estrategicamente pensado. Diferente da arte, o design tem que ter um plano e definir objetivos concretos.

A arte é subjetiva e pode emocionar, intrigar, revoltar, provocando sentimentos sejam positivos ou negativos, sem distinção. O design é objetivo e tem por propósito perceber desejos e necessidades e influenciar positivamente, sempre.

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Criatividade é para todos!

Criatividade é para todos!

cérebro funcionando

Quando consideramos a qualidade de criatividade na profissão, quase sempre nos referimos a profissões como publicidade, design, artes plásticas, entre outras ligadas a essa área.

Entretanto a realidade é que a criatividade não depende de diploma, currículo ou profissão. A criatividade é inerente ao ser humano e toda e qualquer área se desenvolve muito melhor quando usamos a criatividade em nosso auxílio.

Você já observou uma dona de casa resolvendo problemas do dia a dia?

Para aqueles não muito afeitos aos afazeres domésticos, uma das coisas que mais exige criatividade é decidir e preparar um prato diferente para os paladares mais exigentes de filhos adolescentes ávidos por novidades. Além de tantas outras soluções que uma dona de casa tem que elaborar diariamente.

No mercado de trabalho funciona da mesma maneira. Toda profissão exige criatividade ou torna-se mais interessante quando executada de forma mais criativa.

Normalmente dividimos profissionais entre empreendedores e executores, como se fosse uma característica factual da qual não possamos fugir. Uma vez executor nunca empreendedor. Mas o profissional empreendedor se difere dos demais por saber utilizar o pensamento lateral e buscar soluções em situações de recursos limitados, pouco dinheiro, poucas pessoas, pouco espaço… Podemos, certamente, simplesmente executar as tarefas do trabalho sem utilizar criatividade, mas a criatividade é que nos faz destacar entre milhões e oferecer um resultado bem mais interessante.

A diferença em profissionais da área dita criativa é que são constantemente desafiados no campo das ideias e sempre tem sua criatividade colocada a prova, para fazerem valer o título de criativos. Mas este desafio existe no dia-a-dia de qualquer pessoa, profissionalmente ou não. A solução é tentar fazer diferente do que estamos acostumados e buscar formas diferentes de resolver problemas costumeiros, assim como a dona de casa.

Se a criatividade é inerente a todo ser humano, todo profissional, seja de que área for, tem a capacidade de buscar novas possibilidades e ser criativo nas tarefas do dia a dia.

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Enxergando além do negócio

Enxergando além do negócio

Dentre tantos assuntos polêmicos (ou nem tanto) que estão em voga queremos destacar um, a pirataria na internet.

Calma! Não vamos começar com politicagem aqui, pois não é nosso objetivo. Queremos falar sobre outro ponto de vista, sobre a miopia em marketing.

Uma breve história:

Para quem não conhece, Miopia em Marketing foi um fenômeno descrito por Theodore Levitt na década de 1960. Neste artigo ele destacou o comportamento de algumas empresas que não conseguem identificar o real escopo de seu negócio. Ou seja, muitas empresas se focam no produto que vendem e não no cliente ou no serviço prestado. Um artigo incrível que permanece muito atual. É verdade que há certo tempo as empresas tomaram consciência da importância em perceber as necessidades do cliente e atendê-lo melhor. Mas quando se trata da visão de negócio, já não é um tema tão explorado.

 

Uma marca que conseguiu perceber muito bem seu negócio foi o Mc Donalds. O Subway apareceu como uma novidade em fast food com sanduiches mais saudáveis que o Mc Donalds. Não demorou muito para que as pessoas criticassem o famoso sanduiche dos arcos amarelos. Como resposta, o Mc Donalds mudou sua estratégia e passou a se colocar não como um restaurante fast food de sanduiches, mas como um restaurante de entretenimento com a criação dos personagens e a reformulação de suas lojas com playgrounds e espaços para criança. Eles perceberam um nicho de mercado que poderiam explorar sem se restringir ao seu produto.

Finalmente, a pirataria:

Pois bem! Se estamos falando de miopia em marketing, estamos considerando que todo produto ou serviço pode ficar obsoleto em algum momento da história. O mesmo está acontecendo com a pirataria. Não estamos defendendo a comercialização clandestina de nenhuma forma de arte, lógico. Na verdade a tecnologia avançou de tal modo que para as pessoas já não faz mais sentido ter que pagar para ouvir uma música ou assistir a um filme. Não vamos colocar esse comportamento em questão. Mas em se tratando de miopia em marketing, analisamos as gravadoras em todo este cenário. Se tem uma coisa que aprendemos, é que o avanço da tecnologia é capaz de deixar qualquer produto obsoleto, é o caso do disco de vinil, do filme fotográfico, entre tantos outros. O mesmo está ocorrendo com as mídias e cabe às gravadoras saírem do estigma de empresas que gravam CDs e DVDs e se colocarem como uma empresa de entretenimento, por exemplo.

Não queremos criticar ou aceitar nenhuma das partes, sinceramente. Colocamos em pauta um assunto antigo, mas tão atual que permite explicar todo este fenômeno. Mas e aí? Até que ponto o avanço tecnológico pode nos levar? É possível controlar isso com uma lei? Só o tempo dirá!

Colocamos este tema voltado para as gravadoras e a pirataria, mas qualquer empresa precisa estar atenta a mudanças no mercado, até as inesperadas. Você já parou para pensar nas possibilidades de obsolescência do seu negócio no futuro?!

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O verdadeiro papel do papel

O verdadeiro papel do papel

Muito se tem falado em sustentabilidade, boas práticas para o nosso planeta, sacolinhas plásticas, uso do papel, entre outros, mas pouco tem sido feito em relação à conscientização da população e a abertura de verdadeiros debates sobre o que é efetivamente sustentável e o que é mero modismo ou marketing.

A campanha criada pela agência África para o Itaú, de enorme sucesso, apresenta um vídeo de repercussão viral na internet, onde um pai rasga um documento e seu filho dá gargalhadas espontâneas a cada rasgo efetuado no papel. A campanha foi criada para conscientizar o consumidor a utilizar o papel “para o que realmente importa” e assim oferece a opção do cliente cancelar o recebimento impresso do extrato bancário mensal, recebendo-o somente pela internet.

A campanha é brilhante, atingiu seu objetivo na redução de impressão de extratos mensais, que, cá entre nós, realmente tem muito pouco de útil, mas deixa uma impressão de que o papel é um grande vilão nessa história toda e a verdade não é bem essa.

A Revista Super Interessante, da Editora Abril, publicou em sua edição de Dezembro/2011, uma matéria especial intitulada “Guia Verde Politicamente Incorreto”. Dentre os temas abordados, a matéria fez questão de esclarecer a existência de falsos vilões, mencionando a Indústria do Papel.

Há campanhas de conscientização explicando o real impacto do papel no meio ambiente realizada pela ABIGRAF  http://www.abigraf.org.br/. Ver campanha “Imprimir é dar vida”: http://www.imprimiredarvida.org.br/

imprimir é dar vida

Anúncio da campanha "Imprimir é dar vida"

No texto da revista, o autor explica que, embora derrubar um campo de futebol de floresta equivalha a emitir 500 toneladas de CO2, reflorestar esse mesmo terreno para produzir madeira e papel limpa a atmosfera.

“A lógica é simples: ao crescer, a árvore absorve CO2, fazendo o famoso sequestro de carbono, que é armazenado na celulose usada para a produção de papel”.

Outra informação interessante apresentada pela matéria é a relação da balança de emissão de CO2 pela indústria do papel e o quanto suas florestas absorvem de CO2.

“No Brasil, a indústria de celulose emite 21 milhões de toneladas de CO2, mas as florestas plantadas de pinus e eucalipto sequestram 64 milhões de toneladas de CO2. Ou seja, essa conta dá superávit – a plantação mais limpa do que polui. E tem um detalhe, enquanto cresce, uma floresta capta muito mais CO2 do que quando chega à maturidade”.

No final da matéria, o texto ainda enfatiza que, o papel utilizado no Brasil, não vem do desmatamento de mogno da Amazônia, mas da colheita de eucalipto e pinus de florestas plantadas, especialmente, no Sudeste e Sul do país. Santa Catarina é o terceiro maior produtor de papel do Brasil (19%), ficando atrás somente do Paraná (21%) e São Paulo (44%). No Brasil todo papel produzido é proveniente de florestas plantadas para este fim.

Sem dúvida que, quanto mais conscientemente utilizarmos os recursos naturais do nosso planeta, mais reduziremos os impactos ambientais. Mas nem sempre é muito claro quem são os verdadeiros vilões e quais são as melhores alternativas para colocarmos em prática a idéia de sustentabilidade, utilizando-a como verdadeira aliada do nosso planeta e não somente como um adjetivo para negócios e empresas em campanhas de marketing.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Fontes: Revista Super Interessante / Abigraf Santa Catarina

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design estratégico

design estratégico

Existem inúmeros termos novos dentro do universo do design e muitas vezes são palavras diferentes que querem dizer a mesma coisa.

Design estratégico é fácil de perceber, design+estratégia.

E daí?

Pois é, design antigamente era visto quase como uma forma de arte, todo mundo tinha um primo, amigo ou vizinho que sabia desenhar bem e todos indicavam para que ele fosse designer. Atualmente este termo já tomou outra proporção e para o Design não basta mais desenhar bem. O que se entende pela palavra design é um processo que vai além da forma e da função de algum objeto, ele intervém em favor do meio ambiente, aprimora as funcionalidades de um produto, facilita a comunicação, entre tantas outras funções que o design pode agregar a uma empresa, produto ou serviço.

É por isso que o termo design estratégico agora faz todo o sentido, é o design pensado estrategicamente para funcionar considerando o mercado, o cliente, o produto e todas as partes que envolvem um negócio e a sociedade em que está inserido.

Design Estratégico não é um novo método ou um termo carregado de modismos. Design Estratégico é um processo que sempre existiu e é a forma como o design deve ser pensado para trazer vantagens para o negócio, para o cliente, para a empresa e, claro, para a sociedade.

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