Monthly Archives: maio 2013

Nat Geo – anos 80

Nat Geo – anos 80

nat-geo_anos80

A Nat Geo, canal de TV a cabo, lançou uma série de documentários sobre a década de 80 que abordam temas desde esporte até tecnologia.

A década, que foi considerada por muitos a década perdida, teve elementos que definiram a sociedade atual. A cada capítulo é abordado um tema, contando de forma dinâmica e interessante os maiores destaques no assunto.

Com narração de Paulo Ricardo, símbolo brasileiro dos anos 80, o programa vai ao ar toda terça-feira, às 22:15h.

Vale a pena conferir Nat Geo Anos 80.

Share

Inovação não é Invenção

Inovação não é Invenção

inovar

Com o mercado sempre acirrado e a concorrência no calcanhar das empresas, a palavra de ordem no mundo dos negócios atualmente é Inovar. Dificilmente uma empresa que não inova tem crescimento e sobrevive na prática de mercado atual, seja no setor que for.

Mas quando vemos grandes empresas com exemplos invejáveis de inovação, nos parece inatingível trazer modelos inovadores para um negócio, dando a impressão que este conceito é restrito às cabeças de gênios que sabem tudo sobre o mundo dos negócios.

Na verdade inovar é um pouco mais fácil que isso, mas não menos impressionante. Por via de regra, inovação não é invenção. Inventar é criar algo novo, que ninguém criou. Inovar é modificar, diversificar, transformar e até mesmo corrigir.

Mas o que essa informação ajuda para conseguirmos inovar em um negócio? Tudo!

Se você partir do pressuposto de que não precisa ter uma invenção da roda para o crescimento do seu negócio e precisa apenas modificá-la, diversificá-la ou melhorá-la, a linha de raciocínio para chegar a uma inovação do negócio fica mais fácil.

As grandes invenções da humanidade partiram da cabeça de gênios que, muitas vezes, testaram e erraram inúmeras vezes até chegar na sua criação. Já as inovações foram evoluções dessas grandes invenções e fizeram de seus inovadores não menos importantes.

Um exemplo disso é o maior retentor de informações atualmente, o Google. O Google não foi o criador da internet e muito menos dos mecanismos de busca através desta plataforma. O que fez do Google essa potência de mercado, foi o aprimoramento que seus fundadores atribuíram a um modelo já inventado. O que antes trazia resultados pelo número de vezes que um termo aparecia na primeira página, o Google trouxe um sistema que analisava as relações entre os sites e sua relevância, além de possuir uma interface mais intuitiva.

buscas-do-google

O que o Google fez foi detectar uma problemática em um modelo já conhecido para melhorá-la e corrigi-la.

Mas a inovação não se limita a produtos ou sistemas, o processo de serviço gerou muitos casos de sucesso de empresas que inovaram oferecendo um novo serviço.

A exemplo disso é a Avon que não inventou a venda de produtos de beleza e higiene e nem mesmo a venda direta, de porta em porta. Um pedaço da história dessa marca que poucos conhecem é que o seu fundador iniciou como um vendedor de livros que, para melhorar a recepção de sua apresentação de vendas, começou a oferecer um frasco de perfume que ele mesmo fabricava para quem estivesse disposto a ouvi-lo. Percebendo que o produto era mais bem recebido que seus livros, ele decidiu mudar de ramo e começou a produzir, comercializar e vender produtos de beleza de porta em porta.

revendedora-avon

Daí para agora nós conhecemos a história. A marca virou um exemplo de venda direta por uma inovação de um processo que já era praticado e conhecido.

Cases de inovação tem aos milhares como a Apple que inovou com seus computadores, o Mc Donalds que trouxe um novo modelo de serviço de entretenimento, a Ford com a produção em série, entre outros.

Esses e tantos outros exemplos nos fazem perceber que a inovação não precisa de um talento específico para invenção de algo novo e desconhecido. A simples modificação ou aprimoramento de um produto, sistema ou serviço já é capaz de inovar um negócio e colocar uma marca no radar dos consumidores.

E são os consumidores que ditam o caminho que uma inovação deve tomar. O marketing estratégico e o design estratégico são cada vez mais essenciais para uma organização, pois é através desses processos que se conhece o comportamento do consumidor e as mudanças do mercado para a empresa saber como agir.

A regra básica sobre inovação é conhecer o seu público-alvo profundamente para conseguir detectar necessidades que nem ele mesmo conseguiu perceber.

Então lembre-se Inovação não é Invenção. Saiba mais sobre o seu cliente ou consumidor que ele te mostrará onde e como inovar.

Share

Clean não é Branco

Clean não é Branco

O termo “clean” tem sido muito utilizado para designar criações seja no design gráfico, no design de interiores, no design de produtos ou até mesmo no design de roupas.

Mas o que quer dizer o estilo “clean”? E será que este termo está sendo utilizado da forma correta?

Com uma rápida busca pela internet, vê-se que a discussão vai longe e as opiniões variam muito. Mas analisando o termo pela própria etimologia da palavra, clean palavra de origem inglesa que significa limpo, podemos tirar algumas conclusões.

Um design “clean” é um design mais limpo, com menos elementos. Ou seja, uma peça com design “clean” tem uma apresentação visual sem ornamentos, pouca interferência, somente com o necessário, sendo mais fácil de ser entendida. No caso de um ambiente, atualmente este conceito se reflete em móveis mais baixos e linhas mais retas. Da mesma forma, peças gráficas utilizam linhas simples e mínimo de informação.

Mas a questão mais importante é que o uso desenfreado do termo “clean”, até por relacionarem o estilo como sendo elegante,  acabou por distorcer o significado do termo e muitas vezes ser traduzido em um design sem graça ou mal acabado.

Quando se pensa em empresas que exploram este estilo, a Apple é uma das marcas mais mencionadas, “Cara, adoro os produtos da Apple, são muito clean!”. Mas a Apple não desenvolve seus produtos simplesmente por descartar elementos. Para chegar a um dispositivo eletrônico que utiliza apenas um botão, é necessário um estudo profundo para desenvolver um design “clean” que consiga ser ao mesmo tempo esteticamente agradável e funcional.

apple - iphone

 

E é aí que chegamos ao título do nosso post “Clean não é Branco”. Sim, o estilo “clean” não se constrói apenas com o branco. É possível ter layouts extremamente poluídos usando somente a cor branca de fundo e layouts brilhantemente “clean” utilizando uma cor vibrante. A sacada está na quantidade de elementos dispostos no design.

A exemplo estão os famosos cartazes de filmes de um dos grandes nomes do design, Saul Bass. Suas criações contavam com elementos de linhas simples e, ainda que aplicadas sobre uma cor forte, traziam a simplicidade de um design “clean”.

saul bass - anatomia de um crime

Cartaz do filme "Anatomia de um crime" (1959) - Saul Bass

 

Então, da próxima vez que pensar em um design “clean”, saiba que não é somente utilizar o branco ou o cinza ou tons pastéis ou azul claro… Pense em menos elementos, bem distribuídos, bem organizados, harmônicos e, por que não, com cores fortes.

 

 

Share

Kit Kat x Oreo no Twitter

Kit Kat x Oreo no Twitter

A presença forte em mídias sociais para as empresas é uma manobra indispensável. E é sempre mais interessante para nós consumidores quando as marcas atuam de forma criativa e bem-humorada.

Foi o caso dos perfis do Twitter das marcas Kit Kat e Oreo que chamaram a atenção nas mídias por explorarem um comentário de uma consumidora das duas marcas. A usuária @Laura_ellenxx iniciou tudo com o seguinte twit.

twit_lauraellen

Ela mencionou: “Posso dizer que gosto de chocolate até demais quando sigo @kitkat e @oreo ao mesmo tempo”. Ao detectar esse comentário, a marca Kit Kat não perdeu tempo e já se posicionou e sugeriu de forma descontraída a disputa pela afeição da menina dizendo “A briga pela afeição de @Laura_Ellenxx começou. @oreo, sua jogada”, postando a imagem de um tabuleiro de Jogo da Velha.

twit_kitkat

A marca Oreo, por sua vez, entrou na brincadeira e resolveu a questão de forma bem criativa postando uma foto com o Kit Kat mordido dizendo que não pôde resistir.

twit_oreo

Com essa pequena ação, as marcas Kit Kat e Oreo mostraram a capacidade de marketing que possuem trazendo inovação mesmo na menor de suas expressões de marca.

Uma marca que conhece e identifica as percepções de seus consumidores, consegue trazer uma comunicação menos estática e mais pessoal.

 

Fonte: Marketing na Cozinha

Share

Mascote “Sr. Testículos”

Mascote “Sr. Testículos”

A necessidade de chamar atenção para conscientização de doenças gera campanhas das mais variadas criatividades. Mas a Associação de Assistência às Pessoas com Câncer em Viçosa (Minas Gerais), levaram a relação campanha x ousadia para outro patamar.

Para alertar aos riscos do câncer de testículos, a campanha utiliza um mascote com o formato literal de um testículo, apelidado de Sr. Testículos.

mascote AAPEC

O que torna o conceito mais estranho é a parte do corpo possuir um rosto sorridente e ser solicitada para fotos com adultos e crianças.

mascote AAPEC - criancas

A expressão controversa da campanha alarmou até mesmo um site americano que ridicularizou a ideia e traduziu o nome da personagem para “Mr. Balls”.

Na verdade, se formos considerar que campanhas de conscientização precisam de muita atenção, digamos que esta ação de marketing conseguiu. Só nos resta saber se no final das contas ficou uma mensagem positiva e bem-humorada ou uma piada simplesmente.

mascote AAPEC

fonte: blog page not found

Share

Latinhas coloridas da Coca-Cola

Latinhas coloridas da Coca-Cola

Já não é de hoje que a Coca-Cola modifica o projeto gráfico de suas latinhas para fazer campanhas promocionais. Nesses últimos dias a mudança que causou um buzz nas mídias foram as latinhas comemorativas para a Copa das Confederações. O que causou o frissom, nesta campanha especialmente, foi que desta vez a Coca-Cola lançou latinhas com as cores da bandeira brasileira, país sede da Copa, verde, amarela e azul (pode ser?).

latinhas coloridas da coca

Apresentando o conceito de que a Copa da Confederações é o momento de mostrar a paixão pelo país, conforme o vice-presidente de marketing da Coca-Cola, Javier Meza, explicou, a empresa se valeu de um fato inédito para sua marca que sempre explorou sua cor vermelha sem medo de excessos.

A marca Coca-Cola, como sempre, nos traz uma amostragem de uma ação de marketing bem desenvolvida.

É aí que já começamos a pensar, “Bom, se até a Coca-Cola que nunca fugiu de suas cores tradicionais, nem por um segundo, fez uma ação assim, minha marca também pode!”.

Mas calma!

A ação de marketing das latinhas coloridas da Coca-Cola deu certo primeiro porque a marca já está tão arraigada em nossas mentes que, quando pensamos em Coca-Cola, já visualizamos sua bandeira vermelha com letras manuscritas em branco hasteada em nosso cérebro. Em segundo lugar, esta ação foi exclusivamente promocional e pontual, não havendo nenhuma menção de modificação em trabalhos institucionais da empresa. Em campanhas promocionais é possível ousar mais.

Então quando pensamos em ousar no marketing, temos que antes ter a certeza que a nossa marca já é bem reconhecida pelo seu público-alvo, quanto à sua forma, símbolo e cores.

Não que a sua marca precise ter o reconhecimento e identificação no mesmo nível da Coca-Cola, mas sim ser bem entendida pelos seus clientes ou consumidores. Afinal esse artifício de explorar ao máximo as cores da marca não é exclusividade do vermelho da Coca-Cola. Quem não pensa no amarelo dos Correios, no laranja do Itau, no azul da Tim, no marrom da UPS, no rosa da Barbie, entre tantos outros.

E até lá, siga o exemplo dessa marca e explore sem medo as cores da sua marca, pois independente de opiniões pessoais de gosto ou desgosto da empresa, a Coca-Cola  sempre soube explorar seus conceitos da melhor forma e, principalmente, inovar.

 

Share